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Google vai premiar 10 OnGs brasileiras com R$ 10 mi

Estão abertas inscrições para o Desafio de Impacto Social Google 2016. Os 4 primeiros receberão R$ 1,5 mi cada e os outros 6 ganhadores, R$ 600 mil cada.

Imagens
© Google

As inscrições estão abertas até 21 de março e é necessário ser uma OnG legalmente constituída (possuir CNPJ e apresentar alguns documentos que comprovem a atuação, clique aqui para ler as regras).

As ideias serão avaliadas por um júri interdisciplinar até 23 de maio. A partir de então, a votação das propostas selecionadas será aberta ao público. O resultado será divulgado em 14 de junho.

Você encontra mais informações aqui.


Ficha técnica

Nome: Desafio Google de Impacto 2016

O que é: segunda edição do evento que premia iniciativas de impacto social inovadoras

Quando: inscrições até 21/2. Seleção das principais propostas até 23/5. Resultado por votação aberta ao público em 14/6.

Onde: serão selecionados 2 projetos de cada região do país, totalizando 10 finalistas. Inscrições pelo site.

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“Geladeira Solidária” evita desperdícios e ajuda quem tem fome

Trata-se de uma geladeira instalada em um espaço público (rua, praça etc.) e que fica ligada 24 horas por dia. Quem tem algum alimento para doar, o coloca na geladeira. Assim, quem tem fome, pode ir diretamente ao local e retirar seu alimento. A ideia foi adotada em outros países (Espanha, Bélgica, Arábia Saudita) e em diversas cidades brasileiras (Divinópolis, Goiânia, Salvador, Taubaté).Geladeira

Por que é uma boa ideia? Porque facilita a doação dos alimentos, já que não precisa haver contato direto entre o doador e o receptor. Evita desperdício de comida, porque ao invés de jogar fora, a pessoa pode guardar na geladeira solidária. 

Quem poderia gostar da ideia? Moradores de rua, famílias carentes, viajantes etc. Até mesmos pessoas que não são carentes, mas que estejam com fome. Os restaurantes poderiam gostar porque dariam um fim justo aos alimentos que não foram vendidos (e que teriam de ser descartados). Instituições assistenciais e igrejas, por exemplo, poderiam ajudar na manutenção, segurança e controle de qualidade dos alimentos.

Inspirando novas ideias:  É uma iniciativa muito válida para situações de miséria extrema (zonas de refugiados, zonas de guerra, grandes centros urbanos, “cracolândias” etc.). Mas também serve para regiões que não são carentes, como uma forma de evitar o desperdício. A ideia pode ser reproduzida usando outros objetos, como roupas (como foi nos “muros de gentileza” no Irã), calçados, livros e até eletrônicos (celulares, computadores etc.).

Você tem outra sugestão com base nesta ideia? Deixe aqui nos comentários!

Novo plástico leva 10 dias para se decompor

Trata-se de um plástico feito de mandioca, que quando descartado no solo, chega a ser decomposto em apenas 10 dias. Além de servir para fabricar sacolas, também é possível fabricar embalagens duras ou películas para conservar alimentos. Sugianto Tandio, diretor da Tinta Marta (empresa da Indonésia), investiu 10 anos para criar o material e o batizou de Ecoplas®.

Customized Bags

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Globo e Uol criam infográficos interativos que facilitam a vida dos eleitores

As eleições passaram, mas o clima do pleito ainda permanece. Muita gente quer saber quais candidatos foram eleitos, quais partidos têm maioria na Câmara ou no Senado, quem perdeu volume desde a última eleição e quem ganhou.

Os portais Globo e Uol criaram infográficos interativos em que os eleitores podem consultar facilmente todas essas informações.

No Globo, você pode consultar os partidos, coligações, idade dos candidatos, bens declarados, gênero, escolaridade, etc. Também é possível visualizar os infográficos que foram construídos ao longo do processo eleitoral (temperatura dos debates no Twitter, transcrição de debates, organização das falas dos candidatos por temas, etc.).

Infográfico Globo

No Uol, é possível acompanhar cada um dos cargos eleitos (Governadores, Presidente, Deputados Estaduais e Federais, e Senadores). Lá, o eleitor consegue cruzar informações importantes como número de votos, coligações, distribuição regional, através do Raio-x de cada segmento.

Infográfico Uol

Laboratório cria ferramenta que ajuda a medir a parcialidade da imprensa

Em época de eleições muitas acusações aparecem e as notícias acabam virando material de campanha para alguns candidatos. A grande pergunta é: “Até que ponto as notícias interferem no jogo político? Até que ponto a imprensa é de fato imparcial?”.

Para ajudar a responder, o LEMEP (Laboratório de Estudos de Mídia e Esfera Pública) da UERJ criou o manchetômetro. O objetivo da ferramenta é medir as menções negativas, neutras ou favoráveis feitas a partidos e candidatos durante os períodos de eleição.

Manchetometro

Segundo o site: “O Manchetômetro não tem qualquer filiação partidária ou com grupo econômico.”

Confira a fundo a metodologia utilizada pelo programa.

Australiano decide tomar um café com todos seus 1088 amigos do Facebook

Ao se deparar com a lista de pessoas “desconhecidas” ou distantes em seu Facebook, Matt Kulesza decidiu apagar alguns contatos, mas mudou de ideia e resolveu conhecer melhor seus “amigos” ao invés de excluí-los. Para isso marcou um café com cada um deles.

Coffee #14: Sally Humble (friends on Facebook since September 2011, 53 mutual friends) This afternoon I had coffee and “natural, orange” wine with the very talented and hilarious Sally Humble.  Sally was in the year level above me in high school and also happens to be my sister’s best friend’s sister, so we had been friendly with each other for years. She’s also one of two people from high school I’m still in touch with (her brother being the other person). In 2011 she posted a random Facebook status looking for staff to work at a Japanese restaurant in East Brunswick that she was helping to open and work at as manager. Looking for work at the time and wanting a change of pace from the music industry I decided to give fine dining hospo work a crack. That one decision and Facebook status of Sally’s ended up inspiring a domino effect resulting in my relationship with Sophie and relocation to Tokyo in 2012. But back to Sally. We became super close friends working together, she taught me everything I know about wine and we’ve had a lot of good times together over the years. We’d only seen each other once or twice since I got back to Melbourne, so today we had a lot to catch up on. Sally is officially considered a “super taster” and is regarded as one of Australia’s best sommeliers. Back in 2011 she won the ‘Pinot Noir Award’ as part of the ‘Best Sommelier in Australia’ competition and as a result, won return flights to France - an award that she hasn’t yet taken. Being between jobs and houses, a chunk of our catch up today was spent trying to convince Sally that it was a perfect time for her to have a “fuck it I’m outta here” moment and go overseas to work.  We talked a lot about wine and the current trend of natural wines and Sally’s thoughts on them. We drank a glass of natural ‘orange’ wine from the Yarra Valley, which I loved. Sally explained to me how orange wine is made by white grapes fermenting on their skins, which drinks like a white wine, looks orange but can also drink like a red wine thanks to all the tannin within it.  Whether it’s stories about getting / regretting her first tattoo, giving her pet rabbit that jizzes everywhere to the owners of a Vietnamese restaurant, hanging out in Toorak “meeting rich people” or deciding to represent herself in court over a huge amount of CityLink fines, Sally always has a hilarious story to tell and has an electric energy about her whenever we chat and hang out.As well as a glass of natural orange wine, Sally and I both drank an espresso each which she very generously shouted me. AH! And thank you so much for my ‘Good Cafe Guide’ present! You’re the best. Go to Europe! xoxo

Para registrar a experiência, ele decidiu postar uma foto e um resumo de cada um dos encontros. A estimativa é de concluir o projeto em 3 anos.

Coffee #20: Kate Cake (friends on Facebook since March 2011, 36 mutual friends)This morning I had the absolute pleasure of catching up with yet another ridiculously talented, finger-in-many-pies, inspirational go-getter-type Kate Cake. Kate and I met through her excellent, self-proclaimed ‘whorecore’ band Toxic Lipstick in 2010. For the uninitiated, think suburban Australian teen, punky-break beats with lots of screaming (but with an edge of cuteness) and songs about ‘ponies, boys, puberty, shafting acid and hosting exclusive popcorn sleepovers’ with such classics including ‘Horse Forever’ and ‘Mr. McGrottom (with a bottom for a head and a head for a bottom).’ Our bands played together at a warehouse party in Brunswick and shortly after we became what Kate referred to today as “internet friends.”Kate is a lecturer at NMIT where she teaches illustration and multimedia design. She’s also an amazing artist (my iPhone case is one of her designs), additionally covering textiles, installations and animation. She’s just released a huge range of her work, printed on pillows, mugs, doonas and bags through Society6. So good. Her whole style, be it design, music and art in general is A+, she’s one of my favourite local artists, and has developed an aesthetic that is very identifiably ‘Kate Geck.’ She also works at Artful Dodgers Studios, a space which focuses on providing youths whose lives may have been affected by difficult circumstances to create all mediums of artistic expression. Cool. Kate used to live in Osaka, so today we talked about our respective experiences living in Japan, our mutual appreciation of squat toilets and the weird Western style toilet ‘potty’ she had in her Osaka apartment. We also talked about emerging technologies in wearable, augmented-reality fashions Kate’s flirtings with writing musicals and some of her artistic influences. Kate and I both drank two flat whites each. Thanks so much for taking the time out of your morning to catch up, Kate! See you IRL for karaoke soon. :-)

Confira em 1000+ COFFES.

Na Holanda, para evitar acidentes, rodovia brilha no escuro

Durante o dia, as faixas pintadas na estrada são carregadas pela luz solar. Quando escurece, as faixas permanecem iluminadas por oito horas. O experimento foi proposto em 2012 e atualmente funciona em um trecho de 500 metros da estrada N329, em Oss.

Estrada na Holanda

Confira a matéria completa.